sexta-feira, 8 de abril de 2011

7 truques para esquecer a fome – e manter uma barriguinha sarada

Bom seria se, para emagrecer, tudo o que bastasse fosse comer menos. Mas não podemos esquecer de um pequeno problema: é difícil comer menos. Seu estômago inevitavelmente protesta, urrando até que você desista e coma mais. Mesmo quando você está restringindo a quantidade de alimentos ingeridos de propósito, seu corpo entende uma falta de vitaminas, e libera mais “hormônios da fome” para forçar você a comer. Calma: não é só porque você é biologicamente anti-dieta que está condenado a continuar comendo que nem louco. Confira esses truques para dar à barriguinha sarada uma chance:

1) Acorde com proteínas

Os nutricionistas alertam que a proteína magra satisfaz mais que outros nutrientes, e seu corpo leva mais tempo para digeri-la e absorvê-la. A melhor hora para comer proteínas magras (como lombo canadense, clara de ovo, ou iogurte desnatado), entretanto, é no café da manhã, que lhe mantém satisfeito por mais tempo do que se as consumisse os mesmos alimentos em outros momentos do dia. A recomendação é de, pelo menos, 30 gramas de proteínas no café da manhã.
2) Coma batatas

Elas têm fama de vilões da dieta, mas podem realmente ter superpoderes de matar o apetite. As batatas contêm um tipo especial de amido que resiste a enzimas digestivas. Como demora um pouco para se quebrar, permanece no intestino mais tempo, atrasando o início da fome. Comer uma batata cozida no jantar (uma batata média tem apenas 100 calorias) ou, melhor ainda, comer salada de batata feita com vinagre em vez de maionese, vai lhe ajudar a controlar a fome. É claro, batatas fritas e chips ainda são ruins para sua barriga; descarte.

3) Consuma um pouco de gordura

Tirar toda a gordura da sua dieta pode não ser bom. Ácido oleico, uma gordura insaturada encontrada no azeite de oliva, nozes e abacate, ajuda a suprimir a fome. Durante a digestão, ele é convertido em um composto que desencadeia indiretamente sinais para o cérebro reduzir a fome. Cuidado com as porções: as gorduras insaturadas devem constituir cerca de 20% do seu consumo calórico total. Por exemplo, duas colheres de sopa de manteiga de amendoim natural ou um quarto de um abacate são ideais.

4) Vá para a academia

academia

Se exercitar não só queima calorias, como também ajuda a consumir menos delas. 60 minutos de exercício de alta intensidade pode reduzir o apetite por até duas horas depois. O exercício aeróbico reduz os níveis do hormônio da fome grelina, e aumenta a quantidade de um hormônio que suprime o apetite. Para maximizar esse efeito, adicione intervalos a seu treino (períodos de descanso entre atividades intensas).

5) Tome suco de toranja

Alinhar ao centro

Estudos mostram que as pessoas que comem metade de uma toranja em cada refeição perdem uma média de 1,63 quilos em três meses. Segundo especialistas, a fruta baixa os níveis pós-prandiais de insulina, o hormônio que regula o açúcar no sangue e o metabolismo da gordura.

6) Mastigue um chiclete

As pessoas que mascam chiclete durante uma hora pela manhã consomem 67 menos calorias no almoço, e não compensam isso comendo mais no final do dia. Uma teoria é que o ato de mascar estimula os nervos no maxilar ligados à região do cérebro responsável pela saciedade. Escolha uma goma sem açúcar, que pode manter a fome longe e ainda queimar 11 calorias por hora enquanto você masca.

7) Dê uma cheirada

Cheirar alimentos pode enganar o seu cérebro para pensar que você já comeu. Um estudo descobriu que as pessoas que inalaram um aroma de hortelã a cada duas horas comeram 2.700 calorias a menos por semana do que normalmente comeriam. Cheiros de banana, maçã verde e baunilha tiveram efeitos semelhantes. Quanto mais vezes você cheirar esses aromas, mais peso você vai perder. Os pesquisadores sugerem que você acenda algumas velas com aroma de baunilha em sua casa, por exemplo. E se você tende a comer quando está estressado, mantenha a narina esquerda fechada e cheire pela direita, para ativar o lado do cérebro onde as emoções são processadas; isso pode ajudar a reduzir a sua ansiedade e, consequentemente, seu apetite. [MSN]

7 dicas para ter a melhor noite de sono da sua vida


Você já tentou de tudo: não tomou nada com cafeína antes de ir para a cama, não comeu nada pesado, evitou filmes assustadores e, mesmo assim, não consegue dormir direito?

Segundo a especialista em sono do Departamento de Medicina da Universidade de Chicago, Kristen L. Knutson, alguns hábitos que você tem podem estar sabotando o seu sono e você pode nem saber disso. Confira algumas dicas para dormir melhor:

1. Controle seus hábitos da tarde:

Todo mundo sabe que tomar determinados tipos de chá ou café logo antes de dormir podem prejudicar o sono. Mas você sabia que beber esses líquidos de tarde pode causar o mesmo efeito? Até aquele chá de maça do seu emprego, que você bebe às quatro da tarde, pode não ser tão inocente. A dica é olhar a composição de cada bebida no seu rótulo. Deixe os drinks energéticos e as bebidas com cafeína para antes das duas da tarde – assim o efeito delas irá passar durante o dia e, na hora de dormir, seu organismo já não estará sob a influência do cafezinho da tarde.

2. Escolha alimentos propícios para o sono

Enquanto comer uma feijoada logo antes de dormir durante a noite não é uma escolha sábia, há alguns alimentos que podem ajudá-lo a ter um sono mais tranqüilo. Se você já passou por algumas noites seguidas dormindo mal, a dica dos especialistas para o jantar é um prato de macarrão com vegetais frescos e peito de galinha picado em pequenos cubos. Esse jantar contém uma combinação de proteínas e aminoácidos que aumentam os níveis de serotonina no corpo, para que seu sono aumente. Outras combinações como leite e bolachas leves ou iogurte com cereais também funcionam.

3. Tome seu gole de vinho mais cedo

Apesar de um gole de vinho poder te relaxar e fazer você cair no sono mais rápido, ele tornará a segunda parte do seu ciclo do sono mais agitada, com possíveis interrupções. O álcool diminui sua quantidade total de sono e aumenta o número de vezes com que você acorda durante a noite. Se você não dispensa seu vinho noturno, tome sua taça às seis horas e não às onze, para garantir um sono mais profundo.

4. Banhos

Sabe aquele mito de que tomar um bom banho quente ajuda a dormir? Surpreendentemente, mergulhar numa banheira muito quente antes de ir para a cama pode ter o efeito contrário. Qualquer atitude que aumente sua temperatura corporal próxima a hora de dormir pode tornar o sono mais difícil. Segundo especialistas, o corpo precisa ficar mais frio para que você consiga dormir. Isso não quer dizer ir para a cama sem tomar banho depois de um árduo dia de trabalho – tome seu banho algumas horas antes de dormir, não vá para a cama imediatamente depois de sair do chuveiro.

5. Alongue-se

Você provavelmente sabe que exercícios físicos antes de dormir não são a melhor idéia para quem quer um sono tranqüilo – qualquer atividade intensa deve ser feita seis horas antes. Mas uma sessão relaxante de yoga ou de outro alongamento pode ser de grande ajuda, principalmente se você sente dores quando vai dormir.

6. Fique no clima para a soneca

Deixar seu quarto escuro na hora do sono é muito importante, mas diminuir as luzes momentos antes de ir para a cama também é. Nosso relógio biológico reage à luz forte que mantemos em casa durante a noite e, de certa forma, pensa que é dia, tornando o sono uma tarefa mais difícil. Diminuir gradativamente a iluminação simula um anoitecer e o corpo compreende que está na hora de desligar.

7. Esqueça seu computador

Mandar um último e-mail logo antes de dormir? Ficar com o notebook na cama? Nada disso. Digitar pode te deixar agitado e o e-mail te mantém em contato com as atividades diárias, que não são sua prioridade na hora de dormir. Até a vibração de um celular próximo pode te despertar e interromper seu sono. Deixe todos os seus gadgets em outro quarto para controlar a vontade de dar uma olhada noturna no seu Orkut e use um despertador convencional em vez do celular.[CNN]


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Dormir menos pode significar comer mais


Pesquisas recentes sugerem que a privação do sono, além de ter outras consequências, pode aumentar o apetite também.

As descobertas podem explicar a ligação entre sono insuficiente e excesso de peso, que foi encontrada em estudos anteriores. É possível que exista um efeito causal entre as condições.

O estudo mostra que, depois de dormir apenas quatro horas, as pessoas tendem a comer mais calorias no dia seguinte do que quando tem uma boa noite de sono.

Isto é especialmente verdade para mulheres, que consomem uma média de 329 calorias a mais quando privadas de sono, enquanto os homens consomem apenas 263 a mais.

O estudo incluiu 13 homens e 13 mulheres com idades entre 30 e 45 anos, saudáveis e com peso normal. Cada um dos participantes passou dois turnos de seis dias sob a estreita supervisão de um laboratório de sono.

Durante o primeiro turno, eles podiam dormir até nove horas por noite, e no outro foram restritos à apenas quatro horas. Eles não tinham permissão para sair do laboratório, nem estavam autorizados a cochilar.

Durante os primeiros quatro dias do estudo, todos comeram uma dieta fixa de cereais e leite de manhã, e pratos congelados no almoço e no jantar. Nos dois últimos dias do estudo, eles poderiam escolher o que queriam comer.

Quando privados de sono, além de consumir mais calorias, os voluntários pareciam escolher mais alimentos ricos em gordura e proteína. O sorvete foi um favorito.

Tanto homens quanto mulheres comeram mais alimentos ricos em proteínas quando privados do sono, mas só as mulheres ingeriram mais gordura. As mulheres comeram em média 31 gramas a mais de gordura depois de dormir por quatro horas.

Segundo os pesquisadores, os participantes privados de sono poderiam simplesmente estar procurando uma fonte de energia rápida para recuperar-se, mas pode ser também que a falta de sono prejudique a capacidade das pessoas de fazer escolhas alimentares saudáveis.

Pessoas acima do peso muitas vezes têm problemas de sono, sendo o mais conhecido a apnéia do sono, uma doença respiratória que provoca despertares frequentes. Porém, não estava claro se as pessoas estão acima do peso por causa de seus problemas de sono, ou se os seus problemas de sono resultam em excesso de peso.

O novo estudo pode ser um passo na direção de responder a esta pergunta, já que inclui apenas pessoas com peso normal e, portanto, elimina qualquer influência do sobrepeso ou obesidade. No entanto, por ser de pequeno porte, a pesquisa não pode ser conclusiva.

Os pesquisadores acreditam que a falta de retenção exibida pelos voluntários privados de sono pode ter consequências nocivas a longo prazo. Comer regularmente 300 calorias extras por dia somaria cerca de 13,61 quilos ao peso de uma pessoa ao longo de um ano, aumentando seu risco de doenças cardíacas, diabetes e outras doenças crônicas.

Os cientistas esperam entender melhor o problema entre privação do sono e alimentação para poder sugerir soluções. [CNN]

Grande quantidade de mulheres acha que está “gorda demais para fazer sexo”


Segundo uma pesquisa recente, 29% das mulheres considera estar muito acima do peso para fazer sexo. O estudo, feito pela organização Sex in The Nation, entrevistou 4mil mulheres britânicas.

Das 29% que disseram evitar fazer sexo por estarem acima do peso, 23% afirma que é porque têm vergonha de suas gordurinhas que ficam “balançando”. 13% disseram que só “namoram” com as luzes apagadas, por vergonha de estarem nuas.

Outros dados mostraram que uma em cada dez mulheres gostaria de ser mais “aventureira” na cama, mas não o fazem por vergonha de algumas partes de seu corpo.

Isso indica, para os especialistas, que aquela história de “mulheres terem menos desejo sexual” pode não passar de mito. Talvez elas sintam tanta vergonha do corpo, que simplesmente não conseguem acreditar que o parceiro irá achá-las atraente na cama e por isso se reprimem.

E você leitora? Sente vergonha do seu corpo? E o leitor, será que já teve experiência com mulheres com baixa auto-estima? Nos contem suas histórias! [Jezebel]

Saiba por que algumas dietas causam o temido “efeito sanfona”


Você conseguiu perder peso mas apenas algumas semanas depois os pneuzinhos já estão de volta? A causa pode ser hormonal.

Um novo estudo confirmou que os hormônios do apetite, a leptina e a grelina, estão ligados com o Dfamoso efeito sanfona. Esse ganho de peso após o emagrecimento normalmente é notado em pessoas que seguem dietas mais rigorosas e apenas em alguns pacientes.

Os pesquisadores então analisaram os hormônios de 104 pacientes obesos que estavam fazendo uma dieta de baixas calorias. Depois de dois meses de observação alguns pacientes haviam ganho até 10% a mais do peso que perderam com a dieta, e eles possuíam níveis mais altos de leptina e mais baixos de grelina.

Os níveis de grelina ainda eram mais impactantes nas mulheres, enquanto a leptina influenciava o peso dos homens.

O estudo indica que os níveis hormonais dos pacientes devem ser analisados antes que eles iniciem uma dieta. Assim, médicos e nutricionistas podem analisar dietas personalizadas para que essas pessoas não ganhem mais peso do que perdem. [ScienceDaily]


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Se exercitar aos 20 ajuda a manter um peso saudável nos 30 e 40 anos


Segundo um novo estudo, para se chegar em boas condições na meia-idade, tem que ser ativo – correr, caminhar, andar de bicicleta, praticar esportes recreativos, e realizar mesmo trabalhos domésticos – nos seus 20 anos e permanecer assim nos 30 e 40 anos, especialmente as mulheres.

Segundo os cientistas, a chave para manter um peso saudável é ser ativo e permanecer ativo, e integrar a atividade à sua vida quotidiana de uma forma que você pode mantê-las.

Os pesquisadores acompanharam cerca de 3.500 pessoas entre as idades de 18 e 30 anos por vinte anos.

As mulheres que mantiveram um regime de exercício moderado a vigoroso durante todo o estudo ganharam cerca de 6,12 quilos a menos, em média, do que as menos ativas. A mesma tendência foi observada entre os homens, mas mais modesta: os ativos ganharam cerca de 2,72 quilos a menos do que os menos ativos.

O exercício regular ajudou a manter o peso independentemente do peso inicial da pessoa, ou da quantidade de calorias normalmente consumidas em um dia. Embora os resultados não sejam surpreendentes, a maioria das pesquisas sobre exercício e peso analisou o impacto da atividade física na perda de peso, e não na prevenção de ganho de peso.

Na verdade, há pouca evidência que mostra que as atuais recomendações federais americanas para a atividade física – pelo menos 30 minutos de exercício moderado, cinco dias por semana – são suficientes para impedir o ganho de peso, especialmente na transição de início da idade adulta para a meia-idade, quando muitas pessoas engordam.

Os pesquisadores avaliaram os níveis de atividade física dos participantes por meio de questionários que mediram a duração e a intensidade de 13 tipos diferentes de exercício, então os resultados do estudo não podem ser diretamente traduzidos em uma simples receita de perda de peso, mas confirmam que as pessoas que seguem as diretrizes federais verão os benefícios a longo prazo.

Também, ao contrário de muitos estudos nos quais as pessoas relatam seu próprio peso – uma abordagem notoriamente imprecisa – neste estudo, os pesquisadores pesaram os participantes e os entrevistaram pessoalmente sobre sua atividade física.

Relativamente poucas pessoas foram capazes de manter uma rotina de exercícios de moderada a forte na meia-idade, no entanto. Apenas cerca de 12% dos homens e 11% das mulheres no estudo foram altamente ativos durante todo o período de 20 anos. Além disso, as diferenças no ganho de peso entre os que fazem e não fazem exercícios regularmente tendem a se tornar ainda mais evidentes conforme os participantes envelhecem.

Segundo os pesquisadores, esse é um estudo fenomenal. Os dados adquiridos são tão rigorosos quanto podem ser. Baseado nessa confiabilidade, o melhor que as pessoas têm a fazer é se exercitar.

Está sentado há muito tempo? Faça uma pausa e diminua sua cintura


Quer um bom conselho de saúde? Levante-se um pouco. Um novo estudo descobriu que fazer pausas curtas de tempos prolongados sentado, mesmo que por apenas um minuto, pode aguçar a sua cintura e melhorar sua saúde cardíaca.

Os participantes que fizeram mais intervalos – até 1.258 pausas curtas em uma semana – eram cerca de dois números de calça menores do que aqueles que fizeram menos intervalos, cerca de 99 em uma semana.

Segundo os pesquisadores, uma cintura menor significa menos gordura abdominal e melhor saúde do coração. Alta circunferência da cintura está associada com um risco aumentado de diabetes tipo 2, pressão alta e doenças cardiovasculares.

Por quê? Os especialistas explicam que, quando nos esticamos ou ficamos em pé, os grandes músculos nas pernas e nas costas são continuamente contraídos para manter a nossa postura. Porém, quando nos sentamos ou nos reclinamos, estes grupos musculares ficam basicamente inativos. Assim, mesmo pausas curtas do prolongado tempo sentado pode fazer com que estes grandes grupos musculares se contraiam.

4.757 pessoas com idades entre 20 ou mais anos participaram do estudo. Todos usaram um acelerômetro no quadril direito por sete dias durante as horas de vigília.

Estes acelerômetros medem a quantidade e a intensidade da atividade física dos participantes a cada minuto. Quando os níveis de atividade eram muito baixos, os pesquisadores consideraram que os participantes eram sedentários.

Os participantes variaram de 1,8 horas a 21,2 horas de sedentarismo por dia. A duração média de uma pausa era 4,12 minutos.
Os pesquisadores descobriram que, mesmo entre aqueles que passaram um longo tempo sentados, aqueles que fizeram uma série de pausas tinham cinturas menores e níveis de proteína C-reativa menores, um indicador de inflamação no corpo.

25% das pessoas que fizeram o maior número de pausas tinham cinturas em média 4,1 centímetros menores do que os 25% que fizeram o menor número de pausas.

Não é de hoje que pesquisadores estudam a relação entre o comportamento sedentário e a saúde. A nova constatação apóia um estudo publicado esta semana que mostrou que mais de quatro horas de tempo livre gasto na frente do computador ou da televisão pode aumentar o risco de ser hospitalizado ou morrer de doenças cardíacas. E em 2009, uma pesquisa indicou que um aumento de 1 centímetro na circunferência da cintura é associado a uma chance maior de morte prematura.

Esses resultados fornecem uma base para os pesquisadores explorarem por que os períodos de tempo sentados são ruins para a saúde. Por exemplo, a forma como os níveis de insulina são afetados pelo movimento e, portanto, pela falta de movimento. Ser consistentemente ativo pode aumentar a sensibilidade à insulina, enquanto a inatividade pode levar à resistência à insulina, um precursor da diabetes tipo 2. A inflamação no corpo em resposta à atividade física ou alimentação rica em gorduras também pode ser um culpado. [LiveScience]